Abcam

A entidade

Fundada em julho de 1983, na cidade de São Paulo, do ideal de um grupo de caminhoneiros liderados por José da Fonseca Lopes, a ABCAM – Associação Brasileira dos Caminhoneiros – tem pautado toda sua existência na defesa - constante, árdua e muitas vezes incompreendida - dos direitos dos caminhoneiros autônomos.

Em 2003 teve sua liderança reconhecida nacionalmente, passando a fazer parte integrante da 3ª Seção do Transporte de Cargas da CNT e dos Grupos Paritários de Trabalho (GPTs) que passaram a deliberar sobre o transporte de cargas e a situação logística do país.

E foram muitas conquistas da ABCAM nesses trinta anos.

Dentre as vitórias, podemos contabilizar o Vale-Pedágio Obrigatório; o fim da Carta-Frete como pagamento dos fretes ao caminhoneiro; a inclusão do autônomo no mercado de financiamento governamental através de programas como o Procaminhoneiro – PSI Finame; a redução da alíquota do Imposto de Renda da categoria de 40% para 10% e, mais recentemente ainda, a publicação da Lei 12.619, chamada Lei do Descanso ou do Motorista, que regulamenta a profissão e sua jornada de trabalho; dentre tantas outras.

 

COMPOSIÇÃO, MISSÃO E FILOSOFIA

Composta por 54 entidades filiadas, incluindo Sindicatos, Associações e Cooperativas, a ABCAM representa os interesses de, aproximadamente, 500 mil caminhoneiros autônomos em todo o país; sendo que, deste total, 200 mil caminhoneiros somente no Estado de São Paulo.

Quanto à sua Missão, a ABCAM representa os interesses da categoria em nível nacional, buscando melhores condições de trabalho por meio de negociações com todas as esferas de governo; possuindo assento em diversas Comissões Especiais no Congresso Nacional e Comissões Setoriais no Governo do Estado de São Paulo.

E quanto sua Filosofia, a ABCAM é lídima defensora dos interesses e da luta por melhores condições de trabalho e vida de seus associados, prestando os mais diversos serviços à classe, com atendimentos diretos e encaminhamentos aos vários departamentos da entidade; utilizando-se sempre e prioritariamente da mesa de negociações como instrumento democrático e eficaz às reivindicações da categoria; entretanto, entendendo como inegociáveis as conquistas já alcançadas.

Projetos









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