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Palavra do Presidente

As notícias não andam nada boas para os transportador autônomo de cargas. Além do recente aumento dos impostos sobre o óleo diesel, na última quinta-feira, dia 27, o governo informou que vai cortar o dinheiro destinado ao PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento, voltado para obras de infraestrutura. 

A justificativa do Governo é que foi necessário refazer contas. O dinheiro extra, R$ 1 bilhão, que viria de depósitos judiciais, não entrou. E o jeito foi manter o tamanho do novo corte do orçamento público: quase R$ 6 bilhões.

Sendo assim, o caminhoneiro vai continuar tendo que encarar a dura realidade das estradas brasileiras: a falta de segurança e de infraestrutura adequada, além do aumento dos custos com combustível, manutenção e estadia. 

Pontos de Parada

A Lei do Caminhoneiro não vai além do que está escrito no papel. A exemplo está a criação de pontos de parada, que atualmente, são poucos e não atendem às necessidades do transportador. Sem os tais pontos de parada, o motorista não consegue descansar por 30 minutos após dirigir até cinco horas e meia; nem passar a noite e cumprir o período de até 11 horas contínuas de repouso, conforme prevê a lei. Locais seguros, normalmente, são os postos de combustível, mas por serem estabelecimentos particulares, muitos condicionam a parada para pernoite com o abastecimento do caminhão

Impacto

O Governo parece não perceber que o corte no investimento de infraestrutura do país, em especial a rodoviária, prejudica não apenas os motoristas de modo geral, como também o desenvolvimento do país. É preciso melhorar muito a qualidade das estradas brasileiras para que o produto nacional possa competir com o de outros países.

Segundo uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA, 61% das cargas transportadas nacionalmente são deslocadas por meio das rodovias.Mas dados da Fundação Dom Cabral e do Fórum Econômico Mundial mostram que apenas 12% das estradas brasileiras são pavimentadas.

Soluções

Segundo a análise feita pela Abcam, a paralisação pode trazer um prejuízo muito maior ao transportador, que além de perder um dia de remuneração, continuará a arcar com a alta dos impostos. A solução encontrada é aumentar o frete em média 5%, passando o aumento do custo para o contratante. 

Já em relação ao corte de verba na infraestrutura e do não cumprimento da Lei do Caminhoneiro, a solução encontrada pela categoria poderá ser visto nos próximos dias, nas rodovias...o que podemos dizer? Que Deus nos ajude, porque se dependermos dos esforços do Governo...

 

José da Fonseca Lopes - Presidente

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